Agentes penitenciários apreendem celulares e drogas arremessados sobre os muros no interior do Estado

  • Publicado em 13 jan 2016 • por Keila Oliveira •

  • Campo Grande (MS) – Servidores da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário de Mato Grosso do Sul (Agepen/MS), seguindo as orientações estabelecidas pela Diretoria de Operações, realizaram diversas apreensões no interior do Estado.

    Apreensão Corumbá 1

    No Estabelecimento Penal Feminino Carlos Alberto Jonas Giordano, de Corumbá, os agentes apreenderam, nesta quarta-feira (13), durante rondas no setor destinado à horta, seis aparelhos celulares, seis carregadores, dois fones de ouvido e um chip, além de 290 gramas de maconha. Os objetos estavam próximo à muralha da linha de tiro e possivelmente foram arremessados pelo lado de fora do presídio.

    Apreensão Rio Brilhante 1

    Em Rio Brilhante, os servidores penitenciários recolheram nesta manhã 600 gramas de maconha, que estavam nos fundos da Unidade, próximo ao setor de trabalho. Ontem, a apreensão foi de 700 gramas de maconha e dois aparelhos celulares, que estavam sobre o telhado da Unidade. Segundo a direção do presídio, em ambos os fatos o entorpecente foi jogado pelo lado de fora da Unidade e não foi possível identificar os responsáveis.

    Dourados

    Já na Penitenciaria Estadual de Dourados, na última segunda-feira, foi realizada uma operação de revista extraordinária em celas da galeria 4. Na cela 20, foi apreendido um aparelho celular, escondido no chão. Na cela 16, foram recolhidos dois chips e um cartão de memória, camuflados dentro de um chinelo modelo havaianas. Conforme a direção da penitenciaria, os internos que assumiram a propriedade dos ilícitos foram isolados preventivamente em cela disciplinar.

    Apreensão PED 2

    No domingo, por volta das 19h30min, durante ronda nas imediações da portaria, no pátio interno, foram localizadas duas caixas de leite contendo oito celulares, sete carregadores, nove chips e sete fones de ouvido.

    Apreensão PED 1

    A Agepen ressalta o bom serviço prestado pelos agentes penitenciários que, com ação rápida, conseguem interceptar e recolher drogas, celulares e outros objetos que são lançados para dentro dos estabelecimentos prisionais do Estado.

    Segundo o diretor-presidente da autarquia, Ailton Stropa Garcia, o grande desafio da instituição é coibir esses ilícitos e impedir que seus custodiados usem drogas ou celulares, com os quais possam se comunicar com o exterior dos presídios. Daí, o grande esforço das equipes, mesmo em momento delicado, em que o numero de servidores não é o ideal, para lutar contra a ação dos marginais, que são muito criativos quando o objetivo é burlar a segurança.

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