Assistência religiosa marca atividades de fim de ano no presídio feminino de Três Lagoas

  • Publicado em 20 dez 2016 • por Keila Oliveira •

  • Três Lagoas (MS) – Reeducandas do Estabelecimento Penal Feminino de Três Lagoas (EPFTL) receberam este mês uma série de ações especiais voltadas à assistência religiosa, por meio de trabalho coordenado pela Diretoria de Assistência Penitenciária da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), através da sua Divisão de Promoção Social e do Patronato Penitenciário local.

    “A assistência religiosa é de suma importância dentro das instituições prisionais, pois sempre traz a palavra de Deus, que é um acalanto ao espírito e colabora com o convívio fraterno, proporcionando um ambiente mais calmo, com mais amor ao próximo, mais tolerância e menos tribulações”, destacou o diretor-presidente da Agepen, Ailton Stropa Garcia.

    Na última semana, a reeducandas participaram de um grande momento de fé e emoção. Encerrando os trabalhos da Pastoral Carcerária no EPFTL, foi realizada uma missa solene, celebrada pelo Bispo Dom Luiz Gonçalves Knupp, com a participação do padre Fábio Alves de Oliveira, religiosos e missionários. As internas, assistiram à missa, receberam bênçãos e participaram da celebração, fazendo as leituras e preces.

    Já no início do mês, as custodiadas, que a cada sábado recebem assistência religiosa de instituições religiosas diversas, participaram de um farto café da manhã oferecido pela Igreja Presbiteriana Renovada, como forma de despertar o espírito natalino, a socialização e a união.

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    Para a diretora do presídio, Leonice Rocha Guarini, a assistência religiosa tem um caráter essencial na vida do ser humano. “Quando este se encontra encarcerado, então, é primordial, já que esses momentos espirituais, que já são tão importantes, são acrescidos de algo mais que vem mostrar na prática o amor ao próximo à doação incondicional. Isso torna esses momentos emocionantes e sublimes, despertando sentimentos bons entre elas, melhorando o convívio e diminuindo os conflitos internos”, enfatizou a diretora.

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    Tratamento Penal

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