Com foco no acolhimento de egressos, Patronato Penitenciário atua de forma integrada com CAPS de Ponta Porã

Categoria: Ressocialização | Publicado: segunda-feira, agosto 30, 2021 as 14:30 | Voltar

Em Ponta Porã, o trabalho conjunto entre o Patronato Penitenciário e o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) do município tem garantido atuação humanizada e atendimentos direcionados aos apenados, egressos, em livramento condicional e seus familiares.

Neste mês, a direção da unidade assistencial da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) participou de uma palestra e apresentação das dependências da nova unidade voltada ao tratamento de Álcool e Drogas – CAPS-AD.

Conforme a diretora do Patronato Penitenciário de Ponta Porã, servidora Eliomar Alves, essa atuação conjunta e diálogo constante estabelecido entre ambas instituições se fazem necessários para garantir maior acolhimento aos egressos e familiares que necessitem de encaminhamentos.

A visita foi realizada a convite do coordenador do CAPS-AD, Coriolano Moraes, e acompanhada pela servidora da Agepen, psicóloga Lazelina Simões Troche.

O evento contou também com a presença da vereadora Angela Derzi; da assistente social do CAPS, Fernanda Nunes; e do palestrante, Fábio Rolon.

O novo CAPS está situado na Rua São José, lote 06, quadra 02 – Bairro Vila Industrial, em Ponta Porã. Para mais informações, o telefone de contato da unidade é (67) 3431-8423.

Atendimento

Atualmente, a Agepen conta com nove unidades assistenciais de Patronato Penitenciário em Mato Grosso do Sul. Além de Ponta Porã, estão situadas em Campo Grande, Cassilândia, Corumbá, Dourados, Naviraí, Paranaíba, São Gabriel do Oeste e Três Lagoas.

O Patronato está destinado ao atendimento aos presos do regime semiaberto, aberto; aos liberados condicionais; aos beneficiados com prisão domiciliar, suspensão condicional da pena; aos internos que estão exercendo trabalho externo e aos egressos, com a finalidade de possibilitar a ressocialização e reintegração do indivíduo ao grupo familiar, buscando a redução do nível de reincidência criminal, na forma do que dispõe a Lei Federal nº 7.210, de 11 de julho de 1984 – Lei de Execução Penal.

Publicado por: Tatyane Oliveira Santinoni

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