Estabelecimento Penal de Corumbá recebe padronização na pintura e reforço na segurança

Categoria: agepen | Publicado: terça-feira, outubro 30, 2018 as 06:36 | Voltar

Corumbá (MS) – O Estabelecimento Penal de Corumbá (EPC) recebeu melhorias estruturais com nova pintura, conforme padronização da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen). Além disso, a unidade ganhou reforço nos alambrados com ferros reaproveitados da Vale Mineradora.

Com o objetivo de proporcionar identificação visual ao presídio e ampliar a segurança do local, as obras de revitalização, realizadas com mão de obra de detentos, envolveram 32 celas e corredor do pavilhão 1. A revitalização recebeu recursos na ordem de R$ 5,4 mil, investidos pelo Conselho da Comunidade de Corumbá.

Na serralheria da unidade prisional, os internos trabalham na confecção de grades, alambrados e portões para uso interno do presídio. Após preparo e readequação, os ferros recebidos em doação foram colocados no teto do solário do pavilhão 2, local onde estão as celas dos internos que estudam dentro da unidade.

Portaria

No início deste ano, foi inaugurada a reestruturação da portaria da unidade prisional, tornando o acesso ao presídio mais seguro e funcional.  O novo espaço passou a contar com acessos diferenciados para internos e demais pessoas como advogados, autoridades e visitantes. Além disso, com a reforma, passou a ser utilizado o aparelho de raio-x para vistoriar pertences levados ao local.

A obra também envolveu a construção de um banheiro, a ampliação das salas de revistas em visitantes, espaço próprio para a instalação futura do aparelho de scanner corporal.  Também foi instalado um setor de contenção que melhorou o controle do acesso ao presídio e a nova portaria também conta com uma porta resistente de aço e travas elétricas nos portões.

Ampliação de Vagas

Em dezembro do ano passado, foi inaugurada no  EPC a reestruturação do o anexo III, ampliando em 57% o número de vagas do presídio. Executada com recursos próprios e de parcerias, com utilização de mão de obra prisional, a obra gerou uma economia de R$ 400 mil aos cofres públicos.

A reforma foi feita pela Agepen juntamente com o Conselho da Comunidade de Corumbá. O Poder Judiciário, Ministério Público e a Receita Federal também apoiaram a iniciativa.

Texto: Tatyane Santinoni e Keila Oliveira.

Fotos Divulgação EPC.

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