Servidoras da Agepen participam de treinamento ministrado pelo Garras

Categoria: Mês da Mulher | Publicado: segunda-feira, março 14, 2022 as 14:59 | Voltar

No mês alusivo às mulheres, servidoras da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) realizaram o Treinamento de Combate em Ambientes Fechados (CQB) e Atendimento Pré-Hospitalar (APH Tático). As aulas foram ministradas pela Polícia Civil, por meio do Garras, no Centro de Treinamento Tático, na última sexta-feira (11.3), na capital.

Ao todo, 12 servidoras penitenciárias de unidades penais de Campo Grande foram capacitadas e abrangeram as três diferentes áreas de atuação: Administração e Finanças, Assistência e Perícia, e Segurança e Custódia.

Organizado pela servidora Helaine Gomes da Silva Barros Ton, a instrução foi priorizada às mulheres justamente para demonstrar a garra, capacidade e força feminina. “Este curso operacional foi extensivo às profissionais de todas as áreas da carreira penitenciária, visto a transformação em Polícia Penal, onde todos precisam estar unidos e lutando pelo mesmo propósito”, destacou Helaine.

As técnicas abordadas baseiam-se em movimentos seguros criados, desenvolvidos e aprimorados para o confronto aproximado, ou à extrema curta distância. O preparo psicológico e técnicas de Home Defense também foram requisitos trabalhados durante as instruções.

A finalidade do curso é minimizar os impactos negativos da extração de um alvo em um ambiente confinado. Conforme os operadores do treinamento, a doutrina desenvolvida nas instruções foi adaptada para a realidade policial e vem sendo difundida em todo o estado de Mato Grosso do Sul.

Responsável pelo treinamento, o investigador de polícia Fabiano Manfrin reforçou a satisfação em multiplicar conhecimento para as coirmãs, como tem sido realizado após a criação do Centro de Treinamento do Garras, o que fortalece a segurança pública como um todo.

No CQB Policial a entrada dinâmica se fundamenta em um tripé: elemento surpresa, velocidade e a técnica empregada. Na técnica policial, diferente do que acontece no militar, o objetivo é evitar o confronto e este tripé se torna indispensável, devendo ser preservado.

Texto e Fotos: Tatyane Santinoni.

Publicado por: Tatyane Oliveira Santinoni

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