Parceria entre Agepen e Sebrae ensina empreendedorismo a detentas de Campo Grande

Categoria: Educação | Publicado: quinta-feira, junho 28, 2018 as 07:36 | Voltar

Campo Grande (MS) – Parceria entre Agência Estadual e Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) está garantindo a realização de um curso sobre empreendedorismo a reeducandas do Estabelecimento Penal Feminino “Irmã Irma Zorzi” (EPFIIZ), na Capital.

Com carga horária de 12 horas, o “Crescendo e Empreendendo” teve início na segunda-feira (25.6) e será realizado durante quatro dias. No total, 20 reeducandas, com idades entre 18 e 25 anos, participam da iniciativa e receberão certificação do Sebrae.

Durante as aulas, as custodiadas estão conhecendo o universo do empreendedorismo, do trabalho e do negócio, e vivenciam atividades que visam desenvolver o potencial empreendedor, identificando oportunidades que farão a vida ser ainda melhor.

O conteúdo apresentado aborda questões como a predisposição para adoção de atitudes empreendedoras na condução da vida pessoal; ampliação da rede de contatos voltadas a facilitar o desenvolvimento e a aplicação de atitudes empreendedoras e, por fim, a elaboração de plano de ação de sonhos, identificando características de atitudes que contribuam para as realizações pessoais e profissionais.

“Conforme a proposta do Sebrae, as participantes terão fortalecidas a sua capacidade de transformar o mundo, ampliando suas possibilidades de realizar sonhos e de se prepararem para enfrentar riscos e mudanças”, explica a chefe da divisão de Educação da Agepen, Rita de Cássia Argolo Fonseca, que acompanha a realização do curso.

Para o diretor-presidente da Agepen, Aud de Oliveira Chaves, tal tema é muito pertinente, pois muitas pessoas em situação de prisão encontram dificuldades de serem absorvidas no mercado de trabalho, quando conquistam a liberdade e a abertura de um negócio próprio pode representar uma alternativa interessante. “Realizamos diversos cursos em área que eles podem trabalhar como autônomos, também, e esse conhecimento na área de empreendedorismo é um importante complemento neste sentido”, avalia.

Publicado por: Keila Terezinha Rodrigues Oliveira

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